Um véu branco nos abraçou transparentes como as nossas almas.
o céu nos iluminou e o fogo pegou, rosas floriram,
suas pétalas brancas esvoaçaram pelo o ar a fora, envolvendo-nos entre elas, a noite veio e se transformou,
Numa aurora resplandecente, dois corações se uniram,
e o mundo parou ali, em segundos, tudo ao redor despertou, fontes secas deram lugar a riachos, flores murchas ergueram-se,
Transbordando os campos vazios,
a solidão das montanhas,
transformou-se em melodia, com o som das aves, o ar tornou-se
doce e meigo, numa alucinação alucinação essa do amor perdido, como pode o amor não durar eternamente,
olvidar o teu olhar sobre mim o olor do teu corpo, perdido entre distâncias sem fim custoso de apagar, aceitar o nosso fim que mal iniciou, é uma erupção do coração e do meu ser,
como poder olvidar aqueles momentos, de loucura que me roubaram o coração, amor sentido pela primeira vez na minha pele,
respiração, na virgem do meu ser um sorriso largo mal se contia nos meus lábios,
só envolvia todo o meu ser, como pode o amor não durar eternamente,
aqui no meu peito e no meu ser, olvidar a tua voz,
a tua respiração impossível de apagar, nunca me vou esquecer como tu olhas-te para mim aquela noite.

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