quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Apenas um pensamento vago.


Um véu branco nos abraçou transparentes como as nossas almas. 
o céu nos iluminou e o fogo pegou, rosas floriram,
 suas pétalas brancas esvoaçaram pelo o ar a fora, envolvendo-nos entre elas, a noite veio e se transformou, 
Numa aurora resplandecente, dois corações se uniram, 
e o mundo parou ali, em segundos, tudo ao redor despertou, fontes secas deram lugar a riachos, flores murchas ergueram-se, 
Transbordando os campos vazios, 
a solidão das montanhas, 
transformou-se em melodia, com o som das aves, o ar tornou-se 
doce e meigo, numa alucinação alucinação essa do amor perdido, como pode o amor não durar eternamente,
 olvidar o teu olhar sobre mim o olor do teu corpo, perdido entre distâncias sem fim custoso de apagar, aceitar o nosso fim que mal iniciou, é uma erupção do coração e do meu ser, 
como poder olvidar aqueles momentos, de loucura que me roubaram o coração, amor sentido pela primeira vez na minha pele, 
respiração, na virgem do meu ser um sorriso largo mal se contia nos meus lábios, 
só envolvia todo o meu ser, como pode o amor não durar eternamente, 
aqui no meu peito e no meu ser, olvidar a tua voz, 
a tua respiração impossível de apagar, nunca me vou esquecer como tu olhas-te para mim aquela noite.

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